baixar a cabeça, jamais?!
baixo sim
à natureza, à morte
nascemos rebaixados
me curvo ainda
a brisas, pedras, flores, pássaros
a tudo que é singelo e outro
ao que agora não sou
o enforcado dança jiga
brincando com colegas de bar
de cela, de sala, de quarto,
do quinto dos infernos.
que mané os outros?!
o mal é nós
baixo a cabeça
ao fundo do meu poço.
ergo-a novamente
com olhos longínquos
mirando de leve
o horizonte.
à natureza, à morte
nascemos rebaixados
me curvo ainda
a brisas, pedras, flores, pássaros
a tudo que é singelo e outro
ao que agora não sou
o enforcado dança jiga
brincando com colegas de bar
de cela, de sala, de quarto,
do quinto dos infernos.
que mané os outros?!
o mal é nós
baixo a cabeça
ao fundo do meu poço.
ergo-a novamente
com olhos longínquos
mirando de leve
o horizonte.


Nenhum comentário:
Postar um comentário