a grama mais verde para quem brinca
sedas reais colorem pobres na festa do divino
não há chefes, patrões ou reis
o crente se crê em passeio completo
o branco das saias rodadas gira nas giras
o couro come nos tambores
são todos sãos, todos brincantes
no dia do sagrado relax
o domingão é do boato
reunião dos irmãos
da família que há
do que dela resta
fora o silêncio dos que sofrem
a solidão no eco da televisão
no espelho do mundo anárquico
se mira um eterno dia de festa.

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