Encerra-te, crisálida,
não és mais larva
em frenética busca.
Já se vislumbram
tuas magníficas asas.
Concentra, pois
a tua essência,
une teu ímpeto
à consciência.
Alimenta o sagrado feto,
o mundano afeto,
deixa fluir a roda d'água
tua brilhante luz nutrir.
Não há mais erro
e já não quero te possuir,
agora sou espelho.
Nosso próximo encontro
se dá em pleno vôo.

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